Obra pioneira que analisa a destruição do meio ambiente sob uma perspectiva psicanalítica, investiga o que o autor define como o um impulso ou compulsividade de danificar o planeta, examinando os mecanismos psíquicos que levam os seres humanos a agredir seu ambiente de vida.
Examinando como a relação humana com a natureza reflete dinâmicas inconscientes, traumas e padrões destrutivos que permeiam nossa cultura, Cesarman conclui que o problema fundamental reside em nosso descompasso com a nova realidade. Vivemos um momento histórico de violentas transformações ambientais, mas a maioria de nós ainda se baseia em conceitos ultrapassados de realidade, formados durante períodos de estabilidade ecológica.
Com base nisso, defende que é preciso superar as fantasias que alimentam o ecocídio e orientar nossa conduta no planeta tendo como referência outras ideias e concepções.
